Alimentação e longevidade: entenda essa relação

Você sabe qual a relação entre alimentação e longevidade? Graças aos avanços da Medicina, da Nutrição e das Ciências do Comportamento, dentre outras, a expectativa de vida humana vem crescendo. Desse modo, você pode viver mais, porém o que garante a qualidade dessa existência mais prolongada?

É preciso estar certo de que essa longevidade não venha acompanhada de um acumulado de problemas durante mais tempo, mas que seja tão boa enquanto dure. Para isso, não existe uma fórmula mágica, mas um conjunto de fatores que podem ser trabalhados.

Nesse contexto, um dos aspectos que pode promover essa qualidade de vida esperada é a alimentação. E na sua alimentação você pode intervir como desejar.

Assim, acompanhe este post e entenda essa relação entre alimentação e longevidade e conheça alguns alimentos que muito podem contribuir com esse trabalho.

Longevidade e saúde

O processo de envelhecimento tem uma natureza bastante pessoal, isto é, costuma ocorrer de diferentes maneiras em cada pessoa. No entanto, o que se tem observado é que a saúde e a qualidade de vida, de modo geral, não têm acompanhado os progressos da longevidade. Mas isso pode ser trabalhado por cada um.

É certo que a saúde pode continuar seguindo a vida ao longo dos anos — não há porque interromper a condução de uma vida saudável. Existem, apenas, iniciativas que devem ser tomadas à medida que os anos avançam.

Desse modo, adotar a prática de uma atividade física, harmonizar-se com a natureza e habituar-se a uma alimentação saudável são exemplos das principais iniciativas que direcionam para uma vida tranquila e de qualidade.

Alimentação e longevidade

O alimento relaciona-se diretamente com a capacidade de prosseguir com a vida por vários anos. Boa parte dos processos naturais de envelhecimento podem ser minimizados por meio de uma alimentação adequada.

Dessa forma, alguns nutrientes devem passar a compor a dieta rotineira. Esse é um importante caminho para alcançar a longevidade com qualidade. O corpo humano, à medida que envelhece, precisa dispor com mais facilidades dos mecanismos antioxidantes, anti-inflamatórios, de proteção cardiovascular e outros. Essas ações podem ser alcançadas por meio da alimentação, introduzindo-se itens específicos que apresentam esses efeitos no organismo. Esses são os alimentos amigos da longevidade, pois reduzem os fatores do envelhecimento e retardam os seus efeitos, corrigindo eventuais deficiências.

Outro aspecto a considerar com referência à alimentação é a sua regularidade. É importante acostumar o organismo com os horários adotados para as três refeições do dia, evitando afastar-se demais desses horários.

Finalmente, uma hidratação adequada do corpo deve ser conduzida nos intervalos entre as refeições. Algumas pessoas não adquirem o hábito de beber água e, portanto, devem buscar alguma forma de serem lembradas de fazê-lo. Existem até aplicativos que avisam da necessidade de se beber água ao longo do dia.

Alimentos amigos da longevidade

Esses alimentos não são medicamentos, mas fontes dos princípios nutricionais que o corpo precisa para compensar algumas mudanças pelas quais passa em razão do tempo de existência. Apresentam efeitos diversos no organismo e são capazes de conduzir a um estado próprio da saúde e da boa qualidade de vida.

Por essa razão, devem ser considerados na elaboração das dietas alimentares de cada um. Desse modo, e segundo as condições e necessidades do indivíduo, são selecionados de modo a atender a cada situação.

Os alimentos listados a seguir são importantes colaboradores do organismo na construção de uma vida mais longa e saudável. Para cada alimento destacado estão relacionadas suas principais propriedades. Desse modo, você pode selecionar aqueles que julgar mais adequados para você e incorporá-los à sua dieta:

Batata-doce

  • reduzir os riscos de ocorrência de Mal de Alzheimer e Mal de Parkinson;
  • proteger células e tecidos contra a oxidação provocada por radicais livres;
  • proteger os olhos.

Cenoura

  • proteger células e tecidos contra a oxidação provocada por radicais livres;
  • proteger os olhos;
  • reduzir a incidência e a gravidade de artrite reumatoide e asma.

Vegetais verde-escuros (brócolis, couve, espinafre) e tomate

  • estimular os intestinos;
  • proteger células e tecidos contra a oxidação provocada por radicais livres;
  • prevenir a obstrução das artérias;
  • reforçar a densidade óssea;
  • reduzir a incidência de tumores da pele e da próstata.

Feijão preto

  • reduzir os riscos de ocorrência de ataques cardíacos;
  • proteger células e tecidos contra a oxidação provocada por radicais livres;
  • reduzir a incidência de doenças cardiovasculares;
  • estimular os intestinos.

Abacaxi

  • facilitar a digestão;
  • estimular os intestinos;
  • reduzir a ocorrência de inchaços;
  • proteger células e tecidos contra a oxidação provocada por radicais livres.

Banana

  • reduzir os riscos de ocorrência de acidente vascular cerebral;
  • controlar a hipertensão arterial;
  • regular os intestinos (fruta bem madura para prisão de ventre; verde para diarreias);
  • manter a saciedade por mais tempo.

Maçã

  • reduzir os riscos de ocorrência de ataques cardíacos;
  • reduzir os riscos de ocorrência de Mal de Alzheimer e Mal de Parkinson;
  • proteger células e tecidos contra a oxidação provocada por radicais livres;
  • reduzir a ocorrência de inchaços;
  • reduzir a incidência de doenças respiratórias;
  • estimular os intestinos.

Mamão papaia

  • proteger células e tecidos contra a oxidação provocada por radicais livres;
  • reduzir os riscos de ocorrência de Mal de Alzheimer e Mal de Parkinson;
  • reduzir a incidência de doenças cardiovasculares;
  • facilitar a digestão;
  • estimular os intestinos.

Suco de uva integral

  • reduzir a incidência de doenças cardiovasculares;
  • controlar a hipertensão arterial;
  • proteger células e tecidos contra a oxidação provocada por radicais livres.

Castanhas, amêndoas e nozes

  • reduzir a incidência de doenças cardiovasculares;
  • reduzir a incidência de doenças respiratórias;
  • reduzir os riscos de ocorrência de Mal de Alzheimer e Mal de Parkinson;
  • proteger células e tecidos contra a oxidação provocada por radicais livres.

Agora que você conheceu a relação entre alimentação e longevidade, que tal ficar por dentro do consumo responsável relacionado à alimentação?

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