Dormir pouco faz mal? Descubra os efeitos desse hábito na sua saúde

Dormir pouco já virou rotina para você? Com um dia a dia corrido, cheio de responsabilidades e preocupações, muitas pessoas têm dificuldade de conseguir uma boa noite de sono. É só deitar na cama e pronto: já começa a pensar em tudo o que tem para resolver e não consegue se desligar. Você é assim? Embora seja um cenário comum, não é para ser deixado de lado. Dormir pouco traz diversos malefícios para o seu corpo que vão além do cansaço e das olheiras na manhã seguinte. Quer saber como o seu corpo reage quando você dorme mal? Então, continue lendo!

Dormir pouco: quais são os malefícios para o corpo?

Afeta a imunidade

Enquanto você dorme, o seu organismo atua na produção de anticorpos, que são responsáveis por defender o corpo humano contra as ações de bactérias, vírus, infecções e demais vilões que causam doenças. Assim, se você dorme pouco, o organismo não consegue produzir esses anticorpos em quantidade suficiente para lhe proteger, o que faz com que a sua imunidade baixe consideravelmente.

Facilita o desenvolvimento da obesidade

Segundo um estudo realizado pela universidade de Uppsala, na Suécia, uma noite mal dormida impacta fortemente o metabolismo humano, de modo a aumentar a sua fome e dificultar a queima de gordura — situação que desencadeia a obesidade. Basicamente, dormir menos que seis horas por dia contribui com o aumento na produção do hormônio grelina, causador da fome. O período curto de sono também reduz a produção de leptina, o hormônio responsável por dar a sensação de saciedade. Essa condição faz com que as pessoas comam mais e deem preferência a alimentos menos saudáveis.

Aumenta o risco de doenças cardíacas

Quanto menos você dorme, maiores são as suas chances de desenvolver doenças cardiovasculares. Isso se torna ainda mais grave quando o indivíduo já está acima do seu peso, afinal, é por meio do sono que o corpo repara e fortalece as artérias do coração. A privação do sono ainda estimula a produção de hormônios e demais substâncias químicas que favorecem o aumento da pressão arterial — o que, em casos extremos, pode acarretar infartos e Acidentes Vascular Cerebrais (AVC).

Compromete a coordenação motora

Tropeçar e deixar objetos cair das suas mãos é algo recorrente para quem tem privação do sono, visto que a tendência é que os seus reflexos fiquem mais lentos. Problema este, aliás, que pode ocasionar acidentes mais graves. Combinado com a falta de concentração, esse comprometimento da coordenação motora é muito perigoso quando você tem que pegar no volante e cair na estrada, por exemplo — afinal, terá dificuldades para focar na direção e realizar movimentos rápidos. Justamente por isso, não é recomendável dirigir se você dormiu bem nas noites anteriores.

Amplia as chances de ter diabetes

Por meio de uma alimentação descontrolada — que acontece devido ao aumento da produção do hormônio da fome, de que já falamos —, há ainda um risco de se desenvolver diabetes do tipo II. A causa disso é o aumento da resistência à insulina proporcionada pela falta de sono, de maneira que o organismo não consiga utilizá-la corretamente. Assim, o corpo vai perdendo a habilidade de metabolizar os açúcares com eficácia, elevando as taxas de glicose no sangue e provocando cansaço, fome, sede, micção frequente e visão turva.

Propicia a depressão

Com o passar do tempo, o hábito de dormir pouco e outros distúrbios do sono propiciam o desenvolvimento dos sintomas da depressão, por conta do disparo na produção de cortisol — o hormônio do estresse. Ele também aumenta a pressão arterial e reduz as defesas naturais do corpo, minando a produção de serotonina — importante regulador do humor e do apetite.

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